28 de out de 2015

Revista Empire divulga fotos da indumentária do Joker


Fa Fa Fa Fa Fa Fa Fa Fa Fa Far Better!

A revista Empire revelou a nova roupagem do Coringa nessa fase nova nos cinemas. Se liga ae:


                                               Run Run Run Run Run Run Run away

Ta aí. Coringa cafetão é novidade. Agora,

vamos para a carteação: 

Acredito que todo esse projeto cinematográfico da DC/Warner seja um equívoco (com o Coringa pimp ou sem ele).

Começar o novo universo cinematográfico DC com a história do Super Homem, foi um grande acerto, apesar do produto final - o filme divisor de opiniões O Homem de Aço - ter saído meio estranho. Confesso que não adorei o primeiro filme, mas compreendi que aquilo era o início de um Super Homem diferente, mais agridoce e menos fantasioso. Apesar de não concordar com a direção que a história tomou em O Homem de Aço, acreditei que na sequencia do filme do Snyder seríamos apresentados à um Super Homem menos inexperiente, tentando melhorar como pessoa e herói, mostrando à sociedade terráquea que ele não é uma ameaça em si, mas alguém que pode (e quer) ajudar a elevar a raça humana que o adotou.

Errei feio, errei rude.

A sequência que nós vamos ganhar será um embate frank-milleriano entre o Batman (sim, ele de novo) e o "recém-chegado" Super Homem. Me pergunto por que colocar um personagem muito estabelecido como o Batman no próximo filme arriscando ofuscar um personagem que mal se restabeleceu no novo cinema como o Super. Sim, ambos são personagens icônicos, mas é inegável a força do Morcego. Colocá-lo como antagonista (mesmo que temporariamente durante o filme) é um desafio aos fãs do filme do Homem de Aço.

Aparentemente, ninguém pode achar o Super Homem legal - legal é o Batman, segundo a 
DC/Warner. 

A resposta para a inclusão do Homem-morcego no próximo filme do Super Homem (uma decisão tomada às pressas, sabendo-se que a programação original era um outro filme solo do homem de aço) é trágica: controle de danos, puro e simples. Apesar de O Homem de Aço poder ser considerado um sucesso comercial, ele não foi nem de longe o filme que a Warner queria que fosse: as opiniões divididas entre o público e a crítica especializada dizendo que o filme é, no mínimo, enfadonho levaram a produtora a trazer sua arma secreta em forma de morcego a tona. A fim de alavancar as vendas de ingressos do próximo filme do Super Homem, tascaram um Batman bem grande no título. Batman, cuja última trilogia de filmes teve seu fim 3 anos atrás e ainda está na mente das pessoas. A comparação será inevitável. Assim como a estafa de ver mais um filme com o Batman no cinema.

Entra no meio desses dois o filme Esquadrão Suicida, na minha opinião o caso mais bizarro do cinema de super-heróis recente. Aparentemente na onda dos Guardiões da Galáxia, a DC/Warner resolver apostar nos seus personagens de classe B, C e D. Composto basicamente de vilões (e vilões desconhecidos do público geral) o filme entrará na onda anti-Marvel dos outros filmes apresentados até agora: se Guardiões da Galáxia foi leve e bem-humorado, o Esquadrão Suicida será, segundo os envolvidos, "pesado e violento". A verdade é que fica difícil acreditar que um projeto de blockbuster como este teria culhões para trazer a tona temas realmente maduros. Olhando as fotos reveladas do filme, o relacionamento abusivo do Coringa com a Arlequina aparentemente será explorado - a questão é: de que forma? Não se pode questionar que o tema é seríssimo e merece devida atenção, mas será que isso é material para se colocar em um filme feito para fazer dinheiro? Até que ponto o público geral irá simpatizar com um lunático espancador de mulheres? Resta-nos esperar.


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