24 de out de 2016

D&D 5 Novo Arquétipo de Monge: o Caminho do Punho Ébrio

The Drunken Master, por Ron Salas
O monge. O pináculo do condicionamento humano. Uma alma elevada, sábia, e dotada de temperança e bom juízo. Monges são conhecidos muitas vezes como viajantes resolvedores de conflito, que ajudam a população com bons conselhos e derrubam tiranos locais. Sempre com dignidade e nunca egoístas. Só que as vezes as pessoas se decepcionam...
Segue abaixo um arquétipo de D&D 5 original daqui do pessoal do Carteadores pra vocês usarem na campanha de vocês: o mestre bêbado, seguidor do Caminho do Punho Ébrio vem pra mostrar aos inimigos que cachaça não é água não!



Verifique com seu mestre antes de usar este arquétipo na sua mesa.


Monges, mas não santos.

Monges que "se perderam" no caminho são coisas que acontecem de tempos em tempos. Alguns se tornam inebriados com o próprio poder. Este é um perigo real que todo monge sofre todos os dias, pois na condição de arma humana, se manter na humildade é quase impossível. Então, de tempos em tempos, ouve-se histórias tristes onde monges ora exemplares da disciplina, se tornam tiranos opressores da população comum, pois se consideram seres superiores tanto físico quanto mentalmente acreditando que apenas eles podem guiar os fracos de vontade a uma vida boa e plena. Ao custo de sua liberdade.

Mas nem tudo que enverga, quebra: há monges que possuem um espírito inquieto, mas um coração bom e acabam se tornando inebriados com a cachaça, as festas e a boa música mesmo. Alguns conhecem histórias de monges engraçados, que arrebentam as pessoas em bares enquanto bebem e cutucam os mais metidos a besta com palavras arrastadas, mas contundentes. Esses monges diletantes acabaram se encontrando pela vida e trocaram ideias sobre técnicas consideradas esdrúxulas demais por outros monges mais dignos. Essas conversas irreverentes entre copos de bebidas alcoólicas fortes acabou formando o que ficou conhecido como o Caminho do Punho Ébrio. Um caminho que se segue aos tropicões e de copo cheio.

A maioria acaba encontrando este caminho sem querer, como alternativa ao estilo duro e disciplinado dos monges comuns, pois o caminho da austeridade realmente não é para todos e aparentemente são muitas as estradas para a iluminação. Se quiser seguir este caminho, tudo que o monge precisa é sentar-se à mesa e pagar uma rodada pro pessoal!

Um brinde aos amantes da liberdade!

Eu bebo pra esquecer que esse anime não me merece!
Monges que acabam seguindo este caminho prezam acima de tudo pela sua liberdade e daqueles a sua volta. Tudo bem se os bandidos tomaram todo o dinheiro daquela vila ribeirinha: afinal dinheiro vai e vem, mas se os habitantes do local são proibidos ou impedidos de festejar ou se divertir de alguma forma, é melhor sair da frente porque o mestre bêbado vem pra acertar a conta! E depois de acertar a conta do bar ele provavelmente vai atrás dos canalhas que estragaram a brincadeira. E ele vai deixar muita gente machucada e confusa pelo seu caminho.

É claro que existem aqueles maus bêbados que gostam mesmo é de arrumar confusão e machucar os outros, mas quando se trata deste caminho eles são a minoria. A maioria largou a vida dura do monastério pra festejar, se divertir e ser feliz mesmo.

ATUALIZADO: o teste de resistência da cabeçada tira-juízo agora é feito com FOR e não DES. Agradecimentos ao Sidney Luiz do grupo de D&D Next do facebook.

2 comentários: